8 de dezembro de 2009
17 de novembro de 2009
Rio Negro do Amazonas | Luiz Eduardo Pontual Marx
12 de novembro de 2009
5 de novembro de 2009
1334 | Amanda Mei, Antonio Melloneto, Marcela Tiboni, Pedro Di Pietro, Renata Almeida

A exposição coletiva que acontece no Espaço Gabriel 470 traz a produção recente de quatro jovens artistas e uma jovem estilista da cidade de São Paulo. O espaço foi ocupado com fotografias, desenhos, impressões digitais e uma instalação, e aponta a percepção e o embate poético dos criadores frente a diversos temas como: a cidade, a moda, a história da arte, o imaginário e o transcendental.
participação especial dos acessórios de Cristine Yufon.
6 de outubro de 2009
Frestas | Mauricio Parra

As frestas de Mauricio Parra
Uma das principais qualidades do artista plástico digno desse nome é saber encontrar na própria obra trajetórias que permitam caminhos de conhecimento do mundo e de si mesmo. Esse exercer o próprio olhar sobre o que se faz demanda um progressivo amadurecimento.
Na série intitulada Frestas, Mauricio Parra atinge esse estágio. Primeiro, ocorre um desenvolver do ato de olhar o mundo, com cadernos, de imagens de escadas, cantos de parede, frestas ou jogos de sombra dentro de garagens. Em seguida, surge a necessidade de uma pesquisa visual sobre esse universo.
O processo encontra seu ápice quando o desenho de observação começa a ceder lugar ao pensar e imaginar o assunto escolhido. Associa-se a isso à ação de pintar alla prima, algo que vai ganhando espaço na prática do jovem artista. Assim, as frestas são espaços em que o trabalho se aprimora.
Uma fresta, para os dicionaristas, é uma pequena fenda ou abertura por onde é possível olhar. Para Mauricio Parra, no entanto, se transforma num grande todo onde mostra que o saber pensar sobre a pintura feita é o passo essencial da consolidação de uma carreira que se distingue pela descoberta de que os cantos de um espaço são avenidas para quem sabe olhar.
Oscar D’Ambrosio, jornalista, é mestre em Artes Visuais pelo Instituto de Artes da Unesp e integra a Associação Internacional de Críticos de Arte (AICA-Seção Brasil).
23 de setembro de 2009
18 de setembro de 2009
11 de setembro de 2009
O que é Street Art? E o Graffiti?
31 de agosto de 2009
27 de agosto de 2009
21 de agosto de 2009
Valeu galera!
12 de agosto de 2009
13 de julho de 2009
10 de junho de 2009
8 de junho de 2009
Cuba Si! | Marina Lopes Coelho

Esta nova exposição de fotografias de Marina Lopes Coelho, onde Cuba é o modelo,supõe que um olhar de artista em terra alheia possua uma qualidade especial e mereça um interesse específico: talvez um defeito, pois o olhar de um estrangeiro é parcial, ou ao contrário, se trate de um olhar que, sendo novo, é capaz de perceber o que olhos acostumados já não notam mais – é esta a sensação que nos invade ao mirarmos as imagens da Havana de Marina Lopes Coelho.
O ensaio foi realizado em 2004, ano da comemoração dos 45 anos da Revolução Cubana e se pauta pela incursão poética de alguém que, ao flanar livremente pela cidade, capta o surpreendente, criando aproximações e distanciamentos dos ícones da sua própria cultura – afinal, entre o olhar muito afastado que se engana e o olhar muito próximo, que se acostuma e nada mais enxerga, qual a distância certa para o olhar viajante?
Revelando o cotidiano cubano de forma sutil – as cores fortes, a latinidade, a arquitetura deteriorada, os automóveis que desafiam o tempo, e as características culturais compartilhadas com o Brasil como os traços físicos frutos da mistura étnica parecida e, sobretudo, a capacidade de improviso e uma nova forma de sociabilidade típicas de quem enfrenta constante escassez material e dificuldade econômica.
São 11 fotos coloridas e 02 P&B formato 60 x 90, 90 x 60 e 45 x 30 cm - algumas imagens se complementam e sugerem a criação de dípticos. É um trabalho que retoma a questão do que vem a ser hoje, no mundo contemporâneo, um “viajante”, ou um estrangeiro...mas como disse Saramago, o fim da viagem é sempre o começo de outra.
Marlise Corasato
31 de maio de 2009
13 de maio de 2009
Zona | Sidney Biondani
O Trottoir de Sidney Biondani
Além das mulheres, estão ali as entradas de bares, já tratadas em série anterior pelo artista, além de flagrantes urbanos de um pedestre correndo atrás de um ônibus, guarda de trânsitos, motoboy, homem do churrasquinho e outros personagens que auxiliam a compor um universo noturno pleno de humanidade e pintura refinada.
A florista, o carroceiro e toda uma atmosfera que dialoga com o norte-americano Edward Hopper em termos de assunto e de reflexão existencial sobre a solidão das pessoas nos ambientes mais variados alerta para conceber seu políptico como um mergulho na alma humana.
As outras pinturas de cidades imaginárias, em planos mais abertos, ou as aquarelas que focam mais de perto diversos personagens trazem a mesma discussão: a de como a arte pode, pelo domínio da técnica obrigar a refletir sobre o ser e o sentir de cada ser humano em uma busca interior.
A procura de Sidney Biondani é pela luz. Seu caminhar frenético é por suas variações e nuances e infinitas possibilidades. Saber iluminar o que se pinta ou desenha é entender melhor ao mundo e a si mesmo numa conversa infinita entre o que se deseja ser, o que se é e aquilo que os outros acham que nós somos.
A variação da luminosidade é fundamental nesse processo, seja com a tinta ou como postura existencial perante o próprio trabalho. O trottoir do artista é o mesmo da prostituta. Está em busca de ser visto – e se mostra ou se esconde de acordo com seu talento e sensibilidade.










